Cobrança registrada, e agora?

O projeto da Nova Plataforma de Cobranças foi anunciado em 2015 e, desde aquele ano, a implementação tecnológica tem sido feita para que o sistema esteja funcionando completamente.

O que muda no dia-a-dia com o fim do boleto sem registro?

Na prática, a empresa emissora deverá registrar o boleto antes que os clientes efetuem o pagamento. Os dados cadastrais do pagador devem estar completos, isso inclui obrigatoriamente o nome, CPF ou CNPJ e endereço. Depois disso, o boleto pode ser transmitido ao banco (via arquivo remessa). Além disso, é necessário ficar atento para os seguintes pontos:

  • O banco pode aplicar outras taxas, como registro, liquidação, permanência e baixa do boleto;
  • Em caso de inconsistências, estornos automáticos serão forçados;
  • Fraudadores serão bloqueados imediatamente em toda a rede bancária, caso uma fraude seja identificada;
  • Os juros, multas e descontos serão limitados por um padrão dos bancos;
  • Qualquer edição no boleto deve ser registrada junto ao banco, através de um arquivo de remessa. No dia seguinte, o arquivo retorno deve ser processado, observando possíveis inconsistências.

Veja abaixo alguns recursos do sistema que poderão ajudar nesse novo modelo de cobrança:

1 – Relatório de unidades sem cpf, imprima um relatório com as unidades sem CPF

2 – Impressão de circular apenas para as unidades sem CPF

3 – Gerar o arquivo para registro dos boletos junto aos bancos

4 – Controle de registro e bloqueio de impressão

5 – Validação do CPF já cadastrado

6 – Geração de 2º via para boleto fora do prazo de registro