Cobrança registrada, e agora?

O projeto da Nova Plataforma de Cobranças foi anunciado em 2015 e, desde aquele ano, a implementação tecnológica tem sido feita para que o sistema esteja funcionando a pleno vapor em 2017.

A partir de março deste ano, torna-se obrigatória a adequação à Nova Plataforma.

Entretanto, a regra começa a valer apenas para boletos com valor superior a R$ 50.000,00.

A intenção é que, até o final do ano, boletos de qualquer valor sejam afetados.

A mudança seguirá o seguinte cronograma, estabelecido pela Febraban:

fim do boleto sem registro prazos febraban

Com tantas mudanças, você deve ficar atento para não perder os prazos e registrar os boletos corretos, a cada mês.

O que muda no dia-a-dia com o fim do boleto sem registro?

Na prática, a empresa emissora deverá registrar o boleto antes que os clientes efetuem o pagamento. Os dados cadastrais do pagador devem estar completos, isso inclui obrigatoriamente o nome, CPF ou CNPJ e endereço. Depois disso, o boleto pode ser transmitido ao banco (via arquivo remessa). Além disso, é necessário ficar atento para os seguintes pontos:

  • O banco pode aplicar outras taxas, como registro, liquidação, permanência e baixa do boleto;
  • Em caso de inconsistências, estornos automáticos serão forçados;
  • Fraudadores serão bloqueados imediatamente em toda a rede bancária, caso uma fraude seja identificada;
  • Os juros, multas e descontos serão limitados por um padrão dos bancos;
  • Qualquer edição no boleto deve ser registrada junto ao banco, através de um arquivo de remessa. No dia seguinte, o arquivo retorno deve ser processado, observando possíveis inconsistências.
  • O boleto sem registro ainda poderá ser emitido, desde que seja pago em agências do banco que foi responsável pela emissão. Eles só poderão ser aceitos pelo banco se os dados cadastrais do pagador estiverem completos, isso inclui nome/razão social, CPF/CNPJ e endereço.

Ainda faço a emissão de boletos sem registro. E agora?

Você pode se adequar segundo os prazos estabelecidos pela Febraban mas, quanto antes você puder iniciar a emissão de boletos registrados na sua empresa, melhor.

Assim você estará mais adaptado com os novos procedimentos quando forem obrigatórios.

Veja abaixo alguns recursos do sistema que poderão ajudar nesse novo modelo de cobrança:

1 – Relatório de unidades sem cpf, imprima um relatório com as unidades sem CPF

2 – Impressão de circular apenas para as unidades sem CPF

3 – Aviso de atualização cadastral via Unionweb

4 – Gerar o arquivo para registro dos boletos junto aos bancos

5 – Controle de registro e bloqueio de impressão

 

Circular – Unidades sem CPF

Imprima uma circular exclusiva para as unidades que ainda estão sem o CPF em seu cadastro.

Menu > Diversos > Circular:

cpf

Obs: Está opção estará disponível a partir da versão: 5.3.60 do módulo Condominium

 

Publicando Atas no sistema Unionweb

Publicando atas – copiando o texto direto para o sistema (sem anexos)

Veja no vídeo abaixo como é simples o processo de publicar atas e/ou outros documentos, apenas copiando o texto para o sistema Unionweb.

DIRF 2017

Informamos que já está disponível para atualização o módulo de Contas a Pagar na versão: 7.6.25, com as opções da DIRF 2017, o programa gerador faz parte do Tributos, opção adicional disponível do Conpag.
Para a geração é imprescindível que o cadastro do fornecedor e seus dados CNPJ/CPF estejam corretamente preenchidos, bem como o CPF do Síndico no cadastro do condomínio (aba síndico).

– Cadastro do condomínio (Aba síndico):
Informe o CPF do síndico

01

– Cadastro dos fornecedores:
Informe o CNPJ/CPF do fornecedor

02

– Geração da Dirf

01 – Preencha O CPF do responsável caso o mesmo seja diferente do informado no cadastro do síndico, esta opção não poderá ser utilizada na geração por faixa de condomínios
02 – Informe os dados do responsável pela declaração
03